Pronto, voltei! E agora sim, falando de casamentos.Voltando para o dia 29 de Agosto de 2009 (eu sei que estou atrasado e não tenho vergonha nenhuma disso... =), os noivos do dia foram Camila e Marco Antônio.
Lembro-me bem deste casamento, pois fazia um sábado de sol e céu azul absurdo - ou seja, um dia belíssimo (olha a foto da noite clara que caiu, ali em cima - céu limpo e estrelado, o sonho de toda noiva... =). Como o casamento ocorreu na Igreja Nossa Senhora da Paz, que fica em Ipanema, praia foi a palavra do dia. Mas não foi porque todos estavam indo à praia e eu trabalhando que este casamento se tornou memorável, e sim porque foi a primeira vez que eu entrei nessa Igreja.
É, eu sei... belo carioca que eu sou. Tá, tudo bem, ninguém é perfeito.
Confesso que fiquei muito empolgado no dia, pois desconhecia por completo a Igreja. E, quando eu vi, a primeira coisa que pensei foi: " - Nossa, é salmão." Rs.
Para falar a verdade, eu acho que foi a Igreja mais colorida que eu já vi até hoje...
Mas é muito bonita! Acho que a cor passa uma sensação boa...
Seguem algumas fotos para vocês conferirem isso:



É engraçado pensar sobre um casamento como o da Camila e do Marco Antônio, pois eu vejo que tudo ocorreu como deveria ser. O dia foi lindo e a noite tava perfeita. "O dia eleito" foi um dia de festa; normalmente, para os sujeitos apaixonados, os dias onde ocorrem o encontro com o ser amado são vividos simplesmente como eles deveriam ser, como uma festa. São dias de festa. É a simplicidade imperando.Usando as palavras de Lancan, "Festa é tudo aquilo que se espera" e... nossa! Eles com certeza esperaram por esse dia!!! Tanto quanto um ser apaixonado espera pela sua amada e, no final das contas, tudo foi um somatório de prazeres, de certezas.
E basta olhar para as poucas fotos que tenho deles para ter certeza disso. Camila estava nervosa e calma; anciosa; mega feliz. Eu to falando de tudo isso e vocês não devem estar entendendo nada, então explicarei com essas imagens em ordem cronológica invertida:






Olhando para essas fotos agora, eu achei que ficaram um pouco escuras. Mas tudo bem, vamos que vamos...Para quem diz que noivo não se emociona (ou emociona menos/pouco...), acabei de provar o contrário. Este casal é muito religioso e, senão me engano, "crias" da própria Igreja Nossa Senhora da Paz. Tanto que o Padre Jorjão ficou muito feliz em realizar este casamento, segundo suas próprias palavras ditas a esta pessoa que vos escreve. E, é claro, que eu não pude deixar passar em branco a possibilidade de fazer aquela foto clássica do Padre Jorjão por trás do altar:

Eu gostei muito dessa primeira foto. E esse amarelo da foto, não fui eu que coloquei! A cor, apesar de estar bem quente, está muito próximo da realidade.Como todo casamento tem cenas engraçadas ou, no mínimo, curiosas, este não poderia ser diferente.
A Igreja Nossa Senhora da Paz é uma Igreja de rua; ou seja, a pessoa tropeçou na calçada, caiu dentro da Igreja. Logo, não há muito espaço perto da porta.
Então, para montar o cortejo, o Roberto Cohen (cerimonial da noite), teve que se adaptar às condições. Olhem a foto primeiro, e depois eu falo:
Ou seja, a noiva ficou escondida atrás da porta, a pouquíssimos metros do cortejo. É engraçado que eles esperaram tanto para se ver, para este dia, que o noivo passou do lado dela sem poder nem dar uma espiadinha. Rs...E para conseguir espiar, bastava apenas esticar o pescoço. E foi justamente isso que um dos pagens fez ao descobrir, assustado, que a noiva estava... ali. Rs. Confiram:

É engraçada a cara de " - Ih!" que ele faz na primeira foto... rs.
Bom, as demais fotos deste casamento estão no flickr do Fotografo Desconhecido.
(Ex-)Noivos felizes, fotos bonitas, casamento documentado. É isso.
Ao pensar em como fechar esse post, resolvi ler todas essas besteiras que escrevi ali em cima de novo, claro. E fiquei refletindo sobre o que falei da "Festa", "Dias eleitos", "encontros amorosos", etc.
É engraçado pensar que "a partir de agora" (isso há 2 meses atrás, né?!?...) eles se encontrarão todos os dias...
E pode ser que ocorram "festas" todos os dias....
Mas o melhor de tudo não é contar essa história na 3° pessoa, falando de um casal com um final feliz, e sim refletir para a 1° pessoa: "Será que não significa nada para mim ser a festa de alguém? "
E, para você que está lendo, será que não significa nada para você ser a festa de alguém?
=)

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